sexta-feira, 20 de março de 2009

Reunião para garantir segurança no clássico

Publicada em 19/3/2009 às 15:58

Facções organizadas já protagonizaram confusão em 2007 no Pacaembu

LANCEPRESS!

Na manhã desta quinta-feira, representatntes da Polícia Militar, Polícia Civil, SPTRANS, Guarda Civil, CET, Metrô e Federação Paulista de Futebol, se reuniraum para discutir a segurança no clássico entre Corinthians e Santos, no próximo domingo no Pacaembu.

O tema central da reunião foi a logística do trajeto que as torcidas farão para chegar ao Pacaembu.

A orientação é que a torcida corintiana desembarque na estação Marechal Deodoro e siga para o estádio pela Avenida Pacaembu.

A torcida do Santos vai pelo metrô Clínicas, Av. Doutor Arnaldo e Rua Major Natanael seguindo para o portão 22, na Rua Passalaqua.


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A grande preocupação da polícia é com relação às dissidências internas das facções organizadas dos clubes. A Gaviões da Fiel irá sair de sua sede no Bom Retiro. Porém, alguns intregrantes que romperam com a organizada e fundaram a São Jorge, pretendem partir do metrô Carrão ás 13h30.

O problema é que a Torcida Jovem do Santos possui sub-sede no bairro da Penha, e conforme combinado com a PM, irá sair da estação Penha ás 12h. E nesse caso, a Torcida São Jorge, dissidenta da Gaviões, e a Jovem do Santos se encontrariam no Metrô.

A PM diz que a Gaviões da Fiel terá que se responsabilizar por eventuais confrontos protagonizados pelas facções entre as estações Penha (onde a Jovem irá embarcar) e a estação Sé (onde os santistas farão a primeira mudança de linha, para o Paraíso, e depois, Clínicas).

O contingente de policiais será de 400 homens, incluindo PM, Polícia Civil e Guarda Municipal, conforme já é padrão para clássicos no Pacaembu.

Vale lembrar, que no último jogo entre Corinthians e Santos, no Pacaembu, disputado pelo Campeonato Brasileiro de 2007, cerca de 30 torcedores, de ambas as equipes, foram detidos após uma briga nos arredores do estádio. Na ocasião, o Promotor Público, Paulo Castilho cogitou discutir um plano de ação contra violência.

Quase dois anos depois, a preocupação com as mesmas torcidas, nos mesmos locais, ainda consome grande energia dos órgãos responsáveis pela segurança.

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